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Macapá,27/07/2026

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Lula fecha estratégia para 2026 e terá Clécio Luís como um dos principais aliados no Norte

Pororoca News
Lula fecha estratégia para 2026 e terá Clécio Luís como um dos principais aliados no Norte Eleições 2026. Lula aposta em Clécio Luís no Amapá

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu o desenho político que pretende levar às urnas em 2026. A estratégia da legenda privilegia a formação de uma ampla coalizão nos estados, com apoio a candidatos de partidos aliados em regiões consideradas estratégicas para a campanha presidencial. Entre eles está o governador do Amapá, Clécio Luís (União Brasil), que buscará um novo mandato.

Levantamento publicado pelo Poder360 mostra que o PT terá candidatos próprios ao governo em apenas 12 estados. Nas demais unidades da Federação, a prioridade será fortalecer palanques aliados capazes de ampliar a base de sustentação do presidente durante a disputa eleitoral.

Essa articulação foi conduzida diretamente por Lula ao longo dos primeiros meses do ano e resultou na retirada de candidaturas petistas em estados onde outras legendas apresentam nomes mais competitivos. O Amapá integra esse grupo, assim como Paraíba e Sergipe, onde o partido também decidiu apoiar governadores que disputarão a reeleição.

Além de Clécio Luís, fazem parte desse bloco o governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), e o governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD). De acordo com pesquisas eleitorais recentes, Ribeiro e Mitidieri aparecem em posição favorável na corrida por um novo mandato.

No Amapá, a disputa pelo Palácio do Setentrião tende a ser polarizada entre Clécio Luís e o ex-prefeito de Macapá, Antônio Furlan. O ex-gestor deixou o cargo após ser afastado por decisão do Supremo Tribunal Federal, onde é investigado, e integra o grupo político alinhado ao pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Com a maior parte das alianças estaduais consolidada, Lula deverá iniciar a campanha de primeiro turno contando com o apoio de 12 governadores. Apenas dois cenários seguem indefinidos: o do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e o do governador interino do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto, ainda sem filiação partidária.





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